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Será que nunca vais perceber que a música que oiço o dia inteiro diz tudo o que eu não sou capaz de te dizer?
Será que não percebes que és o muro que me separa do fim?
Gostava que um dia deixasses de olhar para mim e começasses a VER-ME.
Gostava que deixasses de perguntar como eu estou e começasses a questionar-me de como é que eu me sinto.
Todas estas minhas cicatrizes são gritos mudos à espera de ajuda que nunca vem da tua parte.
Espero que um dia quando acordares e, meio acordado meio a dormir, me desejes VER e que te interesses pelo que sinto e que me ajudes a nunca mais ver o fim.

Contudo, amo-te.
 
 
Estar presente nos bons momentos, e mais ainda nos maus,
confiar os nossos maiores segredos,
acreditar que essa pessoa é tudo para nós,
gostar das suas qualidades e admirar os seus defeitos,
proteger mesmo que isso implique chegar-se à frente,
dizer a verdade mesmo que nos custe,
jamais nos arrependermos de cada segundo passado ao lado dessa pessoa,
ser capaz de ver para lá do exterior,
não ter vergonha de demonstrar sentimentos,
não inventar desculpas para não estar presente,
vencer batalhas e superar obstáculos,
dar tudo mesmo aquilo que não temos,
sacrificarmo-nos pela outra pessoa,
ignorar opiniões alheias,
planear objectivos e sonhos em conjunto,

.. amar é isto e muito mais!

eu amo-te, ♥
 
 
Se soubesses o quanto me matas por dentro . O quanto, a pouco e pouco, me vais destruindo. O quanto me fazes chorar. Sim, tu ! Tu que não vês o que estás a causar em mim, o que estás a provocar em mim. Não estás a ver o buraco que se está a formar dentro de mim, e o quanto as minhas forças se vão perdendo, a pouco e pouco.
Não aguento mais, não aguento.
Estás mesmo a matar-me!
Quanto mais preciso de ti mais tu foges de mim! Quanto mais te tento agarrar mais tenho a noção de te estar a perder.
Vem comigo, por favor. Dá-me a mão, com força, e vamos juntos!
Só quero voltar a sentir aquela alegria que sentia antes, quando tudo estava bem. Quando tu estavas perto. Quando tu eras meu!
Só te quero de volta, comigo.

Não quero mais lágrimas!

Quero que voltes a dar vida à minha pessoa. Quero que me faças viver de novo! Que faças renascer este corpo, caído em desilusão e tristeza.

Se houver alguém que te ame mais do que eu, diz-me.
 
 
Desde o primeiro dia que eu senti que eras tu, eras tu o tal. O tal que eu não queria ver ir embora, o tal que mexia comigo, o tal que sabia como me fazer sorrir, o tal que sabia como me atrair, o tal que apenas com a voz me deixava completamente na lua, o tal que me fazia sonhar, o tal que me fazia imaginar um mundo diferente – um mundo nosso, o tal que me fazia acreditar em mim mesma, o tal que me fazia acreditar no amor. O «tal» és tu.

Não pensava em encontrar alguém como tu, não pensava mesmo. Era o que menos esperava, mas ao mesmo tempo o que mais desejava.

Preciso do teu carinho, do teu jeito, dos teus beijos, do teu olhar, do teu toque, da tua companhia, Preciso de ti!

O que sinto por ti muda a cada dia que passa, cada vez mais me apaixono por ti.
Mesmo com a distância que nos separa consigo amar-te.
Amar-te de uma forma única, especial e tão nossa.

Faz-me feliz, todos os dias.

Ao teu lado, sempre ♥
 
 
Eu queria que tivesses ficado.
Eu queria que tivesses precisado de mim da mesma forma que eu precisava de ti.
Queria que também sorrisses ao lembrares-te do meu riso estridente.
Queria que tivesses calado a minha boca com o teu beijo, todas as vezes que a raiva tornou a dominar-me.
Eu queria que tu tivesses-me impedido de ir.
Queria que tu me esperasses pelo menos pela metade do tempo que eu cheguei a esperar por ti.
Queria que as tuas palavras tivessem sido verdadeiras e que a minha voz rouca de sono fosse a tua favorita.
Queria que tu talvez tivesses chorado e lamentado, por pelo menos um terço do que nós deixámos perder no tempo.
Eu queria que tu fizesses um pouco de esforço, o mínimo que fosse, para me ter de volta.
Eu queria que tu não deixasses as coisas como estão, tu sabes que não sou tão forte e nem tão grande como um dia fui.
Sabes que não caibo mais nos espaços que cabia antes, sabes que não sou mais feliz e que a minha inocência perdeu-se no meio da tua malícia.
Eu só queria que tu segurasses a minha mão e me ajudasses a reunir os pedaços do nosso puzzle.
Eu só queria que tu tivesses um pouco mais de vontade de lutar por mim.
Eu só queria que tu não fosses aquele que foi embora.
 
 
As despedidas custam e sem nos apercebermos acontecem. Tão repentinamente, quase sem estarmos à espera. Mas a verdade é que quando abrimos os olhos ganhamos a força para enfrentar as separações.

A vida é assim. Faz-nos [b]amar, vencer, perder e ter de esquecer.[/b] Esquecer, até algo que amávamos. Uma pessoa que nos cativou, um amigo que nos acompanhou, um namorado que nos fez sorrir, um professor que nos ensinou ou um familiar que nos criou.

Há, contudo, certas pessoas que guardamos e não esquecemos, mesmo após a despedida.

As[b] recordações[/b], muitas delas acabamos por apagar da memória. Guardamos apenas o que queremos, o resto deitamos fora como um papel jogado ao lixo.

A vida é ingrata, mas ao mesmo tempo valiosa. É duro viver, mas vale a pena lutar, vale a pena arriscar, vale a pena suportar e sobreviver.[b] Não podemos deitar tudo a perder ![/b]

As recordações antigas não vão embora, se forem foi apenas porque a vida assim o quis. Não vale de nada impedir. É um ciclo. Cabe a nós alimentá-lo ou pôr fim e recomeçar outro de novo.

O ser humano tem a capacidade de se adaptar, de ser flexível.
Para quê hesitar ?[b] Vida há só uma ![/b]

Quando deixamos alguém pelo caminho ao surgir o momento da despedida, não significa que o amor e o carinho que sentíamos desapareça, morra.[b] Continuamos a amar essa pessoa.[/b]

As memórias e as recordações servem para não deixarmos acabar ou morrer esses sentimentos que habitam em nós causados pela outra pessoa que deixámos ir embora.

[b]A vida é um desafio. [/b]Cabe a nós [b]enfrentar os obstáculos, ultrapassar barreiras e obter conquistas. [/b][b]Crescer ![/b]

Há pessoas que temos mesmo que eliminar das nossas vidas, outras vão-se embora sem sequer pedirmos. O que custa mais é ter de deixá-las ir...

Nem sempre há a «escapatória», nem sempre podemos fugir ao que nos causa medo, ansiedade e tristeza. Temos simplesmente que deixar acontecer...

[i]« E deixamos todas essas pessoas irem embora ? » .[/i]

Dizemos [i]«adeus»[/i] e esperamos que não caiam no esquecimento.

[b]Cada ser é único ! [/b]Guardamos cada pessoa dentro de nós, dependendo da importância que teve para nós, da influência que teve na nossa vida.

Há sempre um [b]fim[/b] e por vezes ele chega bem depressa...

[b]« Se te foste embora e não te disse '[i]adeus[/i]' foi porque o meu coração me tentou em dizer-te '[i]até à próxima[/i]' » :')[/b]
 
 
Maria Teresa dos Santos Filipe,

Apenas tu sabes a falta que me fazes, todos os dias.

Sei que este ano desiludi-te e magoei-te imenso. E peço desculpa por tudo isso.

Tu também sabes que desde que partis-te a minha vida mudou por completo, até mesmo a minha pessoa mudou.

És um orgulho incalculável e tenho imensa pena que algumas pessoas não te tenham conhecido.

Eras uma mulher linda, cheia de força de viver e com um coração do tamanho do mundo !

Eras , és e serás sempre a minha Estrela !


Obrigada por tudo ! *


Amo-te (bis)avó , estejas onde estiveres ! <3

20.07.2008, ;'$ **


http://www.youtube.com/watch?v=iDNE6s7Un9k
 
 
Porque és tão cobarde? Porque apagas a verdade e preferes viver na mentira? Porque de um momento pro outro decides viver na ilusão? Porquê?
Não te dei amor? Não te dei felicidade? Não era a mulher da tua vida? Não era o teu maior sonho ficar comigo? Não era comigo que os teus olhos brilhavam? Não era a minha voz que fazia o teu coração bater? Não era o calor do meu beijo que te fazia sonhar?
E tudo o que me disseste? Foi em vão? Foi mentira? Foi o quê?
Ganha coragem, cresce e sê um homem ao menos para me dizeres: "Sim, eu deixei-te. Eu desisti. Já não te amo".
Já que não foste capaz de me dizer que tinhas outra pessoa ou que amavas outra pessoa.
Ou andavas a dizer às duas "amo-te", em simultâneo?

O mais incrível é que tu foste tão importante para mim que ainda não fui capaz de te esquecer, capaz de seguir em frente, capaz sequer de acreditar no que vejo diante dos meus olhos, capaz de te tirar do meu coração... Não sou de todo capaz de te tirar da minha vida. E sabes porquê tudo isto? Porque eu sim, eu amei-te e amo de verdade! E tu? Tu nunca o quiseste ver, preferiste desaparecer e desistir de tudo, e deixar-me aqui assim, a sofrer sozinha.

O que fiz eu? Amei-te de mais talvez, mais do que merecias, mais do que estaria ao teu alcance, mais do que algum dia amarás.

Estarei à espera que sejas homem suficiente para não apagares isto e dares-me uma explicação de tudo. Porque acho que mereço.

Ainda te amo. </3
 
 
Deixa-me a alma e o coração.
[b]Deixa-me ficar sem vontade de ti, do teu corpo e do teu coração. [/b]
Não te voltes a meter entre mim e a minha alma, ela precisa de estar sossegada sabias? Não? Como é que não sabes disso ao fim deste tempo todo? [b]Idiota[/b].
Não podias simplesmente pegar nas tuas coisas e sair? Não, tens de ficar, e teimas em permanecer por tempo indeterminado.
Não te entendo. Nem a ti, nem a isso que tentas ser e demonstrar.
Se fosses somente tu as coisas eram bem diferentes, mas não.
Tens de a trazer sempre agarrada a ti.
Tens de aprender a deixá-la em casa ou em algum sitio onde ela não te atrapalhe.
É que com ela sempre à perna, as coisas nunca vão resultar.
[b]Tu irás sempre refugiar-te atrás dela e eu nunca irei avançar com medo dela.[/b]

E ficamos eternamente assim ...
 
 
Cada vez que passava por aquela rua surgiam-me memórias de [b]dias passados contigo.[/b]
O cheiro das flores agitadas pelo vento, a brisa que ao circular parecia dar jeito àquele lugar, o chilrear dos pássaros e o ladrar dos cães; Era tudo [b]maravilhoso.[/b]
Sempre que passava por lá imaginava aquelas tardes que só queria que não tivessem [b]um fim.[/b]
Eu e tu, sentados naquele banco, a trocar olhares e a conversar sobre a vida. Era assim a[b] nossa rotina.[/b]
Assim que chegava a casa trazia[b] um sorriso esboçado na face.[/b] A mamã dizia «[i]agora andas muito feliz…[/i]» e eu continuava a sorrir.[b] Não tinha palavras[/b], era como se me tivesses tirado a fala.
Após o jantar ia para o quarto…
Ao tirar a roupa sentia[b] o teu cheiro [/b]entranhado nos tecidos de cada peça. Dava-me uma [b]enorme vontade[/b] de ficar no quarto, agarrada à roupa que acabava de tirar do meu corpo.
Era tão bom, tinha [b]algo teu – o perfume.[/b]
Depois deitava-me na cama e não conseguia adormecer, pois sentia-me [b]coberta de felicidade[/b]. Só me apetecia fugir de casa e [b]ir ao teu encontro[/b] por aí fora.
Acabava por adormecer a pensar em ti.
Ao outro dia acordava e tinha que ir para a escola…Era o que mais gostava, pois sabia que [b]ia ver-te.[/b]
Tomava banho, vestia o uniforme e descia as escadas, apressadamente, para tomar o habitual pequeno-almoço.
«[i]Bom dia [b]Popota[/b][/i]» - dizia eu à mamã.
«[i]Bom dia [b]Doci[/b][/i]» - respondia-me ela, carinhosamente.
Ao dar-lhe um beijo corria para a cozinha e preparava uma pratada de cerelac.
Comia, ia para a casa de banho lavar os dentes e pentear os cabelos encaracolados.
«[i][b]Mã[/b], já estou pronta![/i]» - gritava eu.
Calçava-me, colocava a mochila às costas e corria para o portão de minha casa.
Apesar de viver perto da paragem a [b]mamã[/b] fazia o favor de levar-me de carro.
Chegava à paragem e passado uns minutos aparecia [b]o teu autocarro[/b]…os meus olhos [b]brilhavam.[/b]
Ao saíres do autocarro [b]sorrias-me[/b] e eu retribuía,[b] inocentemente.[/b] Não havia troca de palavras.
Chegava um outro autocarro; O que nos levava para a escola.
Eu entrava e sentava-me. De seguida, entravas tu e eu [b]tremia por dentro.[/b]
Procuravas-me, discretamente, [b]com o olhar.[/b]
Vinhas ao meu encontro e sentavas-te a meu lado. Dizias «[i]bom dia[/i]» e [b]davas-me um beijo[/b] no rosto, de uma forma tão [b]delicada.[/b]
Pelo caminho, nervosos, íamos falando sobre a conversa que tínhamos tido na noite anterior. Eu contava-te novidades e tu sorrias e escutavas atentamente, [b]cada palavra saída da minha boca.[/b]
Ao chegarmos ao destino (a escola) tudo acabava ali.[b] Despedíamo-nos.[/b]
Tu ias ter com [b]os teus amigos [/b]que estavam sentados no café em frente à escola e eu ia ter com [b]o meu grupo de amigos [/b]que se situava à entrada da escola.
Mesmo estando com os meus amigos continuava a [b]manter contacto visual contigo;[/b] Tu percebias. Eras o meu [b]ângulo de visão[/b].
A música parava. Era hora de entrar para as aulas.
E lá ia eu com o meu grupo de amigos.
[b]Mais atrás[/b] vinhas tu com os teus amigos.
De vez em quando, disfarçadamente, lá olhava eu para trás, apenas [b]para te ver.[/b] Tu sorrias.
Já nas aulas, só pensava [b]em estar contigo de novo…[/b]
A meio da aula recebia uma mensagem tua…Pedia à stôra para ir à casa de banho e lá estavas tu, [b]à minha espera.[/b]
[b]Abraçava-te e beijávamo-nos.[/b]
Ficávamos ali um bocado, [b]à socapa.[/b]
Passado uns minutos decidíamos voltar, cada um para a sua sala. E [b]despedíamo-nos[/b] novamente.
Chegava à sala[b] eufórica,[/b] mas tentava esconder essa euforia dentro de mim.
Sentava-me na minha carteira, [b]respirava fundo[/b] de alívio e pensava «[i]ufa, desta vez não fomos apanhados[/i]».
Era assim o dia todo.
Quando o dia chegava ao fim e tinha que ir apanhar o autocarro…Lá ia eu.
Despedia-me dos meus amigos e entrava.
Sentava-me[b] à espera que entrasses…[/b]Até que entravas e[b] sentavas-te ao meu lado.[/b]
Falávamos, ríamos e passávamos o tempo.
Ao chegarmos a Vagos, saíamos e íamos para o [b]nosso banco.[/b]
Aí era como se no mundo só existíssemos [b]nós os dois.[/b]
Aproveitávamos cada minuto da melhor forma, pois sabíamos que aquele [b]nosso tempo[/b] acabaria em breve.
Até que chegava o teu autocarro…
[b]Despedíamo-nos[/b] mais uma vez e tu corrias para não o perder.
Para mim o tempo parava a partir do momento em que [b]deixava de te ver.[/b]
Fazia um esforço enorme para[b] não soltar uma lágrima.[/b]
Acabava por [b]sorrir [/b]quando me punha a [b]pensar nos momentos [/b]que tivera contigo naquele dia inteiro.
Ao chegar a casa ligava-te [b]apenas para ouvir a tua voz.[/b]
Andava de um lado para o outro, irrequieta, empolgada com o dia seguinte.
Chegava à noite e [b]tudo se repetia[/b]…
E eram assim os[b] nossos dias[/b], a [b]nossa rotina[/b]…

[b][i] FIM[/i][/b]
 
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Melanie Nascimento | Blog | iOrbix
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