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[image=http://photos1.iorbix.com/00/00/00/00/00/83/94/03/Diana-Raquel-8Qg8HkyFc-b.jpg]

[b][c=#60BFBF]"Somos, pela maneira de perceber o mundo, seres incompletos.
Vivemos buscando desesperadamente a nossa "metade".
Às vezes pensamos ter encontrado e o nosso primeiro desejo é ficar até que a morte separe.
No início da relação com a nossa "outra metade", ali do lado, nos sentimos completos e felizes.
Mas muitas vezes, ele resolve ir embora e lá estamos nós partidos, fragmentados, chorando e cantando como o poeta: "ó pedaço de mim, ó metade arrancada de mim...'
Depois de alguns episódios de fracassos ficamos com a impressão de que algo está errado.

Começamos, então, a procurar um relacionamento que não nos deixe tão perdidos ao acabar, porque descobrimos, já não tão surpreso, que sim...
Os relacionamentos acabam!!!
É quando percebemos como é difícil conseguir uma relação rica e criativa, inteira, sem dependência.
Aí vem a pergunta: o que os homens procuram nas mulheres e as mulheres procuram nos homens?
Quantas pessoas não se queixam que o casamento não deu certo, que o namoro não deu certo...

Contam que, apesar de terem se dedicado tanto ao outro, de terem amado, cuidado e convivido, de repente a outra pessoa simplesmente deixou de amar.
E se queixam dizendo: "ah, eu investi tanto nessa relação!"
É isso que fazemos.
Investimos nas relações. Investimos como se fosse um negócio.
Agimos como quando colocamos o dinheiro na poupança e esperamos que os juros aumentem para que o investimento cresça!
Damos amor, fidelidade, sexo, companheirismo, cumplicidade e, quando o retorno não vem é o caos! O investimento não teve retorno!
Ora, nos negócios existe o risco.
Pode dar certo ou não.
E quando não dá não adianta culpar o mercado ou o corretor.
Trata-se apenas de juntar o que sobrou e reinvestir novamente em outras condições, ou sair à francesa, retirar-se do mercado por um tempo, pra evitar maiores prejuízos!
O amor, entretanto, não é um mercado.
Amamos para amar ou para ser amados?[/c][/b]
 
 
[image=http://photos1.iorbix.com/00/00/00/00/00/83/94/00/Diana-Raquel-NejE19KSz-b.jpg]

[b][c=#60BFBF] O amor é muito comum, é discutido milhares de vezes por dia entre as pessoas.
Mas nunca deixa de ser um dos tópicos mais procurados pelos adolescentes e não só.
o amor é um conjunto de sentimentos, necessidades, desejos e estados de espirito.
Amar é lutar contra o mundo e nós próprios,
é fazê-lo pela nossa felicidade.
O amor não é algo que qualquer um possa encontrar e possuir, não é um brinquedo que
se encontra na adolescência e que sabe
bem usufruir de inicio mas que depois ao explorarmos-o afinal doi e mágoa.
Mas poucos são aqueles que teem honra de dizer que sofreram por causa de um GRANDE
verdadeiro amor.
A palavra amor é como uma droga, quando estás sobre o efeito dela a inicio, tudo é perfeito,
tudo é inesplicavalmente bom e parece
que aquela sensação nunca mais irá acabar.
O amor não é incostante, as pessoas é que são inconstantes e muitas vezes trocam aquilo
que desejam por aquilo que amam.
O amor é assim, a vida é assim a sociedade é assim.
Ele é quente e frio, o amor é branco e preto, o amor é luz e escuridão, o amor é um verbo ,
o amor contraria-se todos os dias, sempre o fez e sempre o fará.[/c][/b]
 
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Diana Raquel | Blog | iOrbix
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