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No dia 23 de Dezembro de 2011 fui passar o dia com um amigo meu na GNR de Santiago do Cacém, saí de Sines com o meu pai pelas 9H cheguei à esquadra às 9H30, quando lá cheguei dei um toque para o telemóvel do meu amigo Balhau e ele telefonou-me e foi-me buscar ao rés-do-chão, depois fomos para o 1º andar que o gabinete dele é no 1º andar e eu levei o portátil a mandado do Balhau que ele disse para eu levar o portátil que tinha de sacar do youtube uns vídeos para ele, antes de começar a sacar os vídeos do youtube para o meu amigo o Balhau foi-me mostrar a esquadra por dentro e explicou-me tudo o que fazem na esquadra e vimos um gajo que estava lá detido, porque bateu na mulher, depois dele me mostrar a esquadra por dentro fomos para o 1º andar para o gabinete dele e eu comecei a sacar vídeos do youtube a mandado do Balhau, por volta do 12H30 fomos almoçar a um restaurante que há nas piscinas municipais de Santiago do Cacém, depois às 14H30 fomos outra vez para a esquadra e estivemos na esquadra até às 16H30 que foi quando saímos do serviço... Adorei bué estar na GNR de Santiago do Cacém este ano lá estarei outra vez...


[image=http://photos1.iorbix.com/00/00/00/00/00/11/81/84/gg1Ppqya35y113-17117-b.jpg]
 
 
Ontem, dia 26 de Maio pelas 18H15 fui com o meu pai a caminho da avenida da Praia Vasco da Gama em Sines, fomos pela descida da lota junto à esquadra da Brigada Fiscal da GNR, entretanto às 19H começou o passeio de BTT, primeiro fomos pela estrada até São Torpes, depois em São Torpes existe um pinhal e fomos todos pelo pinhal, os que não conseguem andar na areia mole foram pelo asfalto, junto à estrada e depois lá mais um bocadinho à frente entrámos para a gravilha, eu e o meu pai ficámos à espera do grupo debaixo da ponte do comboio e depois viemos com o grupo pelo mesmo caminho, na saida de São Torpes existe uma rotunda grande e tivemos de fazer a rotunda, fomos pela via rápida ao pé da PortSines e viemos pelo mesmo sítio ao pé da fábrica náutica da APS, ultrapassámos uma ambulância que ia a acompanhar o percurso, mas ia bué devagar e a chegada foi outra vez no mesmo sítio ao pé do pontal às 20H, foi um óptimo passeio para a próxima eu lá estarei outra vez
 
 
Gosto de ver os relâmpagos que acho engraçada a luz que faz lembrar o flash da máquina fotográfica, gosto dos trovões que fazem lembrar tiros ao então móveis a arrojar no chão quando as pessoas estão a mudar a mobília de sitio.
 
 
Sines és porto de mar
tens uma praia em areia
toda a gente que cá vem
na linda praia passeia.

Ouvem-se as ondas bater
e os barcos a navegar
tens uma praia em areia
Sines és porto de mar

Sines és porto de mar
do herói alentejano com o seu
barco de madeira
descobriu o oceano

Descobriu o oceano
e que a Sines deu fama
com o seu barco de madeira
Que era D.Vasco da Gama
 
 
No meio dos amigos
aprende-se muito mais
do que em todos os manuais
histórias de fazer corar

Coisas da vida reais que nos querem ocultar.
quando os dias incertos franzem o seu sobrolho
e até os céus mais aberto nos correm o seu ferrolho,
quem é que não nos enjeita, só a seita só a seita.

A seita tem um radar
que apanha tudo no ar,
na seita não há papão
tudo tem explicação.

No meio das amigas
aprende-se ainda mais
vai-se mais longe que os sonhos e que a imaginação
As Ciências Naturais cabem na palma da mão

A seita tem um radar
que apanha tudo no ar,
na seita não há papão
tudo tem explicação.
 
 
Podes não saber cantar,
Nem sequer assobiar
Com certeza que não vais desafinar
Em play-back, em play back, em play-back!

Só precisas de acertar,
Não tem nada que enganar,
E, assim mesmo, sem cantar vais encantar
Em play-back, em play back, em play-back!

Põe o microfone à frente,
Muito disfarçadamente,
Vai sorrindo, que é p'ra gente
Lá presente
Não notar!...

Em play-back tu és alguém
Mesmo afónico cantas bem...
Em play-back,
A fazer play-back
E viva o play-back
Hás-de sempre cantar
em play-back, respirar p'ra quê?
Quem não sabe também não vê...
Em play-back,
A fazer play-back
E viva o play-back
Dá p'ra toda uma soirée!..

Podes não saber cantar,
Nem sequer assobiar
Com certeza que não vais desafinar
Em play-back, em play back, em play-back!

Só precisas de acertar,
Não tem nada que enganar,
E, assim mesmo, sem cantar vais encantar
Em play-back, em play back, em play-back!
.
Abre a boca, fecha a boca
Não te enganes, não te esganes,
Vais ter uma apoteose,
Põe-te em pose
P´ra agradar!...
Em play-back é que tu és bom,
A cantar sem fugir do tom...
Em play-back
A fazer play-back
E viva o play-back
Hás-de sempre cantar
com play-back até pedem bis:
Mas decerto, dirás feliz...
Em play-back
A fazer play-back
E viva o play-back
Agradeces e sorris!!

Podes não saber cantar,
Nem sequer assobiar
Com certeza que não vais desafinar
Em play-back, em play back, em play-back!

Só precisas de acertar,
Não tem nada que enganar,
E, assim mesmo, sem cantar vais encantar
Em play-back, em play back, em play-back!

Em play-back, em play back, em play-back!

Em play-back, em play back, em play-back!
 
 
Cem anos que eu viva não posso esquecer-me
Daquele navio que eu vi naufragar
Na boca da Barra tentando perder-me
E aquela janela virada pró mar

Sei lá quantas vezes desci esse Tejo
E fui p´lo mar fora com alma a sangrar
Levando na ideia os lábios que invejo
E aquela janela virada pró mar

Marinheiro do Mar Alto
Quando as vagas uma a uma
Prepararem-te um assalto
P´ra fazer teu barco em espuma

Reparo na quilha bailando na crista
Das vagas gigantes que o querem tragar
Se não tens cautela não pões mais a vista
Naquela janela virada pró mar

Se mais ainda ouvesse mais fortes correra
Lembrando-me em noites de meio do luar
Dos olhos gaiatos que estavam à espera
Naquela janela virada pró mar

Mas quis o destino que o meu mais que dou
E já velho e cansado viesse encalhar
Na boca da barra e mesmo defronte
Naquela janela virada pro mar

Marinheiro do mar alto
Olha as vagas uma a uma
Preparando-te um assalto entre montes de alva espuma
Por mais que elas bailem numa louca orgia
Não trazem desejos de me torturar
Como aquela doida que eu deixei um dia
Naquela janela virada pró mar
 
 
Por desgraça tua e minha
roguei pragas ao destino
que fechou a janelinha
do rés-do-chão pequenino

Janela pobre e amor tão nobre altar ideais
Moldura antiga a rapariga que eu amei mais
na própria vida sempre vivida cheia de encanto
não é mais bela do que a janela que eu amei tanto

Há tempos deixei de a ver
amor que não tem perdão
eu chorei junto à janela
daquele pobre rés-do-chão

Janela pobre e amor tão nobre altar ideais
Moldura antiga a rapariga que eu amei mais
na própria vida sempre vivida cheia de encanto
não é mais bela do que a janela que eu amei tanto
 
 
Tu conheces-me, sabes quem eu sou
Tu não sabes nada de mim
Tu conheces-me
Tu nem sabes porquê que eu sou assim
Levas-me para esquadra, nem sabes porquê
E quando vês que nada podes fazer
Pedes desculpa e ficas à espera da próxima vez

Ficas a pensar para a próxima vou-te foder
Ficas com raiva por nada poderes fazer
Ficas a pensar para a próxima vou-te foder
Ficas com raiva por nada poderes fazer

Óóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóó- óóóóóóóóóóóóóóóóóóó

Tu que desordem da lei fundamental
Defendes a tua pátria Portugal
E não percebes e nem queres saber
Porquê que eu sou assim
Estás-me sempre a repreender
Das coisas que eu quero fazer e só pensas
E só pensas em me condenar

Ficas a pensar para a próxima vou-te foder
Ficas com raiva por nada poderes fazer
Ficas a pensar para a próxima vou-te foder
Ficas com raiva por nada poderes fazer

Óóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóó- óóóóóóóóóóóóóóóóóóó
 
 
Eu queria ser astronauta, o meu país não deixou.
Depois quis ir jogar à bola, a minha mãe não deixou.
Tive vontade de voltar à escola, mas o doutor não deixou.
Fechei os olhos e tentei dormir, aquela dor não deixou.

Ó meu anjo da guarda, faz-me voltar a sonhar
Faz-me ser astronauta, e voar

O meu quarto é o meu mundo, o ecrã é a janela.
Não choro em frente à minha mãe, eu que gosto tanto dela.
Mas esta dor não quer desaparecer, vai-me levar com ela

Ó meu anjo da guarda, faz-me voltar a sonhar
Faz-me ser astronauta, e voar

Acordar, meter os pés no chão
Levantar pegar no que tens mais à mão.

Voltar a rir. Voltar a andar.
Voltar... Voltar...

Voltarei... Voltarei...
Voltarei... Voltarei...
 
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Catarina Beliche | Blog | iOrbix
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